Osasco ganha um novo e grande shopping

A cidade de Osasco, a 18 km da capital paulista, vai ganhar um empreendimento com 18,5 mil metros quadrados de ABL, em três pisos, reunindo 165 lojas e um complexo com oito cinemas, da rede Luiz Severiano Ribeiro. O SuperShopping Osasco foi lançado em maio pelas empresas Intermart/Austin, R.E.P. Planejamento e Consultoria, Real Bragança, Cipasa e Saphyr, que estão investindo R$ 42 milhões no projeto. A previsão é de que o shopping seja inaugurado no segundo semestre de 2005, numa área de alto poder aquisitivo, onde já funciona o PowerCenter Osasco, com Wal-Mart, Sam's Club, C&C entre outras. No local há também cinco supermercados, três faculdades, quatro concessionárias de automóveis. O mix do SuperShopping Osasco vai contar com uma âncora e sete megalojas. Osasco é a quinta maior cidade de São Paulo e 24a no ranking nacional. Além dos 800 mil habitantes da cidade, o shopping promete atrair consumidores de passagem para os municípios da região oeste (Carapicuíba, Barueri, Jandira) ou para a capital. Na área de influência do SuperShopping Osasco, 40% dos moradores são das classes A e B e têm renda familiar entre R$ 2 mil e R$ 6 mil.

Savassi sacode o mercado em Belo Horizonte

A capital mineira está em polvorosa por conta da inauguração, em maio, do Shopping Pátio Savassi, empreendimento de 65 mil metros quadrados, instalado num ponto de prestígio em Belo Horizonte. "A Savassi sempre foi referência de centro comercial, cultural e de lazer na cidade. O shopping reforça o charme do local", diz Eduardo Gribel, presidente da Tenco Realty, empresa responsável pelo desenvolvimento, planejamento e gerenciamento do projeto. Os empreendedores - Indústrias Luna (do Grupo Lider Taxi Aéreo), Cilpar e MK Empreendimentos, apostaram R$ 70 milhões no projeto do Pátio Savassi, que conta ainda com outros R$ 30 milhões de lojistas. Do total, R$ 18 milhões são referentes à área de expansão, que foi projetada em função do interesse dos lojistas. O shopping vai abrigar mais 40 lojas além das 150 já inauguradas. "Não imaginávamos que o sucesso seria tão rápido", disse o superintendente Wverton Luiz Jorge, sobre a comercialização do Pátio Savassi. O grande diferencial do projeto é ser definido como um "lifestyle center". O arquiteto responsável pelo projeto, Clóvis Barros, explica: "o empreendimento integra lojas, restaurantes, cafés e espaços de entretenimento com ruas e praças valorizadas com tratamento diferenciado". Uma das âncoras do Pátio Savassi é um complexo Cinemark com oito salas de cinema. O restante do mix é bastante focado em operações de cultura - megastores de livros e discos -, gastronomia e entretenimento. O estacionamento oferece 1300 vagas e, com a expansão, acrescentará outras 100 vagas.
A expectativa de faturamento mensal do empreendimento é de R$ 12 milhões. O shopping também promete provocar uma grande valorização imobiliária na região.

Boavista vai atender um milhão de paulistanos

Com um investimento de R$ 70 milhões, a Sonae Imobiliária e a Sonae Enplanta inauguraram, em abril, na capital paulista o Boavista Shopping, com 23,8 mil metros quadrados de ABL, num total de 57,7 mil metros quadrados de área construída.
O Boavista Shopping foi erguido no terreno onde funcionava o Shopping Center Sul, em Santo Amaro, zona sul da capital e uma das áreas mais populosas e privilegiadas de São Paulo. Cerca de 1 milhão de pessoas moram no bairro e têm renda média familiar de R$ 3.190. Apenas 19% das famílias têm renda inferior a oito salários mínimos. Santo Amaro se consolida como um pólo residencial e empresarial, já contando com 12 faculdades, dez hotéis, 13 hospitais, 174 linhas de ônibus, metrô, Golf Club e Clube Hípico, entre outros empreendimentos de grande atratividade. "O Boavista Shopping era o que faltava", diz o diretor da Sonae Enplanta, Henrique Falzoni.
O shopping é ancorado pela C&A, Marisa & Família, Casas Bahia e Hipermercado Sonda. São 163 as lojas satélite, sendo 23 na Praça de Alimentação. O estacionamento oferece 1060 vagas. A Sonae investiu R$ 4milhões na rede viária - alargamento e pavimentação de ruas e reforço na sinalização - para garantir a segurança e o conforto no acesso dos visitantes ao shopping. A expectativa é de que 900 mil pessoas circulem pelo Boavista mensalmente. Além de Santo Amaro, o shopping atende moradores de áreas vizinhas bastante nobres, como Chácara Flora, Chácara Santo Antônio, Jardim Marajoara e Alto da Boa Vista.

Nacional Iguatemi vai administrar Leblon e Bangu

Dois projetos grandiosos estão sendo anunciados para os cariocas: o Shopping Leblon, na zona sul, e o Shopping Bangu, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. O primeiro é um projeto aguardado há anos com muita expectativa. O shopping será erguido num terreno de 17 mil metros quadrados com uma localização mais do que privilegiada, como já não existe na capital. O segundo envolve o tombamento de um imóvel com arquitetura em estilo inglês, neoclássico - a Fábrica Bangu. Os dois shoppings serão administrados pela Nacional Iguatemi.
O Shopping Leblon é um empreendimento de R$ 300 milhões com 240 lojas, quatro cinemas, praça de alimentação com vista para a Lagoa Rodrigo de Freitas e Cristo Redentor, e ainda um centro cultural de cinco andares e um prédio de escritórios.
A obra, com conclusão prevista para o segundo semestre de 2006, ficará a cargo da Construtora Santa Isabel, que, com o grupo BVA, formou a empresa Cencom, empreendedora do shopping. O Centro Cultural, com 12 mil metros quadrados, será de propriedade do Estado, com administração da Secretaria de Cultura, e vai contar com dois cine-clubes, auditório e o Teatro Casa Grande, que, reformado, terá 1000 lugares e estrutura para óperas, balés e concertos.
O Bangu Shopping, por sua vez, será instalado no prédio da Fábrica Bangu e terá 200 lojas, um complexo de cinemas, uma universidade e um centro médico com 2500 metros quadrados. Na ancoragem, nada menos do que cinco lojas de departamento - uma delas será a Leader Magazine. No total,30 mil metros quadrados de ABL.
O empreendimento é da João Fortes Engenharia, através da Mapin Empreendimentos Imobiliários, e vai consumir R$ 276 milhões.
O prédio da Fábrica Bangu foi tombado há quatro anos e, por isso, a arquitetura do shopping seguirá o estilo neoclássico. O projeto paisagístico prevê 400 árvores na área externa.


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