logo
ICSC
A ABRASCE é filiada ao ICSC, sediado em Nova York, U.S.A.
home | mapa do site | English     


área restrita

Radiografia do Setor - ACNielsen
Veja os principais números da pesquisa

Veja a íntegra na Área Restrita aos Associados


Congressos
 
Nove lojistas são destacados com o Prêmio Abrasce

O 8o Congresso Internacional da Abrasce foi encerrado com uma homenagem a quem faz compõe o setor de shopping centers - os lojistas. Nove operações de destaque no varejo nacional foram premiadas em diferentes categorias.

  Categoria Premiado
  Âncora Zara
  Fast-Food Spoleto
  Restaurante Rascal
  Moda Le Lis Blanc
  Calçado Arezzo
  Artigos para o lar Camicado
  Artigos diversos Track & Field
  Serviços Sapataria do Futuro
  Entretenimento Cinemark

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Quem vai à Spring Convention

No encerramento do 8º Congresso, o último momento de emoção de três dias de festas e discussões profundas: O sorteio e três inscrições, com passagem e estada, para a Spring Convention, do ICSC, o maior evento mundial do setor, em Las Vegas. Os vencedores foram Beatriz Itália (Litoral Plaza), Carlos Alberto Curione (Jardim Sul) e Ana Cecília Cipolatti (Cipolatti & Cipolatti).
springo convention 2005

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Bernardinho: Trabalhe como se fosse o segundo colocado para seguir líder

Uma mistura emocionante de talento e competência foi o que mostrou Bernardinho, o técnico medalha de ouro do vôlei nos Jogos Olímpicos de Atenas, ao encerrar o 8° Congresso Internacional de Shopping Centers. Depois de três dias de Congresso, o público que lotou o auditório do Hotel Transamérica aplaudiu de pé o coach, como ele gosta de ser chamado (que significa treinador, mas também condutor). Bernardinho resumiu sua filosofia e a razão de seu sucesso: "Depois que você atingir a liderança, trabalhe sempre como se fosse o segundo colocado".

icone bernardinho
Misturando experiência pessoal, conhecimento técnico, muita leitura e de modo altamente espirituoso ele arrancou sorrisos e fez pensar sobre as dificuldades de ser líder. "A diferença entre eu e vocês é a visibilidade. Eu mordo a bola na televisão, vocês mordem canetas, fazem loucuras em seus escritórios e ninguém fica sabendo", afirmou.
Estudando uma série de autores motivacionais e adaptando seus ensinamentos, Bernardinho criou a "Roda da Excelência" para sintetizar o seu trabalho e filosofia de vida.
Bernardinho acredita que para você criar o verdeiro desafio precisa criar "zonas de desconforto". Assim, a cada conquista, ele puxava o horário do treinamento para mais cedo. "Quero ver se, para tentar outra medalha de ouro, os rapazes vão querer começar a treinar às 6h da manhã agora", disse.
Bernardinho prefere a palavra Excelência à palavra sucesso e afirma que vitória e sucesso, derrota e fracasso não são sinônimos. O mais importante é a superação de seus limites. Uma vitória pode não ser obrigatoriamente o sucesso. E resumiu a função do treinador (ou do gerente de uma equipe): "Nossa função é brilhar com o brilho deles", disse, lembrando que o técnico não recebe medalha de ouro, por exemplo.
Adepto do esforço, do treinamento, Benardinho vai buscar em outros esportes exemplos. Cita Oscar, do basquete: "Mão Santa? Mão Santa nada, Mão de Treino, sabe lá quantas vezes ele deve ter treinado o arremesso".
Ele dá especial importância também à perseverança, citando o jogador brasileiro Dunga como exemplo. "Dunga passou quatro anos execrado. Se a inflação aumentava, era culpa do Dunga, se o desemprego aumentava, era culpa do Dunga, se o time perdia, mesmo que ele não jogasse, era culpa do Dunga". Em 94, ele voltou, como capitão, e conquistou o tetracampeonato mundial de futebol.
Bernardinho considera que um dos segredos do sucesso é pensar que ninguém merece mais do que você aquela vitória, aquele resultado. Citou vários exemplos disso, mostrando que atitudes suas, de treinar em um estacionamento, por exemplo, em uma viagem deu resultado. Na entrevista coletiva após a conquista da Copa do Mundo um dos jogadores disse: "Íamos perder como? Treinamos até no asfalto".
Mesmo sem minimizar a importância do talento, Bernardinho foca no esforço, na perseverança, na ética e no planejamento como as principais razões da vitória. E para exemplificar isso, citou a derrota do "dream team" americano do basquete na Olimpíada. Perguntado por um jornalista como via a derrota, já que o Brail seria o "dream team" do vôlei ele respondeu: "Nada disso, nós somos o reality team".

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

BarraShopping ganha Prêmio Excelência em Gestão

Concorrendo com outros 34 projetos, o BarraShopping foi o grande vencedor do Prêmio de Excelência em Gestão, anunciado agora há pouco no Congresso Internacional de Shopping Centers.

O case apresentado pelo empreendimento foi referente a criação do Complexo BarraShopping, agregando ao shopping, um Centro Médico, o New York City Center - interligado por uma passarela com 40 novas lojas - e um edifício comercial.
icone barra

Três outros projetos ganharam mérito na premiação: o Via Parque, pelo projeto de revitalização; o Parque D. Pedro, pelo sistema de gestão ambiental, e o NorteShopping, pela campanha de valorização da Zona Norte.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Especialista americano diz que é preciso mostrar que shopping brasileiro é seguro

O vice-presidente de Segurança da General Growth Properties, David Levenberg, que há cerca de 10 anos presta consultoria para shoppings brasileiros na área de segurança, disse, em sua palestra, que são impressionantes os progressos do setor nesta área, no período. "Vocês estão de parabéns", disse, referindo-se aos administradores de shoppings brasileiros.
Para Levenberg, o grande desafio agora é fazer com que os formados de opinião, entre eles os meios de comunicação, entendam que os shopping centers brasileiros são muito seguros. " É necessário comparar os eventos de segurança que ocorrem dentro dos shoppings com o resto da rua", disse. É claro que um negócio que passam em média 10 a 14 milhões de pessoas por ano, é impossível não haver qualquer evento de segurança. O importante é saber lidar com eles.
Levenberg disse ainda que comparando alguns eventos de segurança de shoppings brasileiros com os americanos, percebe-se que os shoppings brasileiros são mais seguros. Por exemplo, há cerca de dói a três roubos de carro por ano em shoppings. Nos EUA esse número passa de 30.
Ele disse ter ficado impressionado com os números da Pesquisa de Segurança, realizada pelo instituto A C Nielsen, por encomenda da ABRASCE, que mostra que mais de 90% dos shoppings possuem circuito interno de televisão. E este número é muito maior do que nos EUA.
.
:: A pesquisa A C Nielsen de segurança
:: Itabiga traça painel do Rio

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Paulo Brito fala de Pesquisa de Segurança

Paulo Brito, diretor da Ancar, apresentou, em sua palestra, a Pesquisa de Segurança, realizada pela A C Nielsen, por encomenda da ABRASCE. Ele destacou o fato de que os shoppings brasileiros estão investindo cada vez mais em tecnologia, como mostra o dado de que 91% dos shoppings brasileiros têm circuito interno de televisão.
Brito destacou o crescimento dos shopping centers que fazem plano de segurança. São, agora 36%. Mesmo considerando o número insuficiente, ele ressaltou que o número aumento, em relação à ultima pesquisa, realizada em 1999.
Paulo Brito procurou, em sua palestra, mostrar as questões mais importantes na segurança de um shopping center, pontuando com os números da pesquisa. Veja a íntegra da pesquisa na área restrita do associado do site da ABRASCE.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Itagiba defende o Rio

O subsecretário de Segurança do Rio, Marcelo Itabiga, procurou desmitificar o fato de o Rio ser uma cidade mais violenta do que as outras grandes capitais do país, apresentando dados publicados na Imprensa e números da Secretaria de Segurança. Ele disse que há uma confusão entre ações de violência intermaliliares e da sociedade com o crime orgfanizado, que deve ser fortemente combatido.
Itagiba porocurou mostrar o crescimento das favelas no Rio, as más condições de vida da população mais pobre e juntou tudo isso com a guerra pelo controle do ponto de venda de drogas, fazendo uma analogia com o mundo econômico.
A droga é uma commoditie e há uma concorrência para sua venda. Eme vez desta concorrência se dar nas regras do capitalismo, acontece nas regras das armas. E é isso que precisa ser combatido. Ele disse ainda que sem políticas sociais, isto tudo tende a crescer.
"Não vai aidantar construiir shoppings e terntar provber segurança, pois esses shoppings podem acabar ilhados pelas favelas", disse.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Um giro por shoppings de todo o mundo

No penúltimo painel do 8o Congresso, o público pode ter uma visão geral de como anda a indústria de shopping centers no mundo. Para começar, Roberto Linhares, Vice-Presidente da Beame Architectural, no Estados Unidos, mostrou dezenas de empreendimentos americanos caracterizados como lifestyle centers. Ele disse que esse conceito, nos Estados Unidos, está intimamente ligado ao de open malls. "Os lifestyles, em geral são shoppings a céu aberto, com muitas praças, integrando também outros equipamentos como escritórios e hotéis". Outra característica apontada foi a presença muito constante de pequenos supermercados - em geral sofisticados - ancorando esses shoppings. "Eles garantem a freqüência quase diária do consumidor", disse Roberto. O executivo falou também que o apoio do poder público aos lifestyles tem sido muito grande, pois esses projetos contribuem muito para a recuperação de centros deteriorados. Além dos novos projetos, o conceito de lifestyle está sendo implantado em empreendimentos já existentes - "a Mills Corporation, por exemplo, está incorporando a quase todos os seus shoppings", contou Roberto Linhares.
Depois dele, Michael Kercheval, Presidente do International Council of Shopping Centers, deu um giro por todos os continentes do mundo, comentando sobre a indústria de shoppings em cada um. "De modo geral - começou ele - o comércio enfrentou um 2003 de muitas dificuldades, mas o varejo conseguiu resultados positivos. Agora, a economia americana se recupera e estamos vivendo um período de ´cachinhos dourados´, com taxas de juros baixas, economia gerando empregos, bom desempenho no setor imobiliário e ainda o refinanciamento de 24 bilhões de dólares ao comércio pelo Governo Federal".
Do Canadá, ele comentou sobre dificuldades mais sérias, inclusive a crise de energia. Sobre a América do Sul, falou que ainda existem muitas áreas não exploradas e que a indústria tem ido bem na adaptação dos conceitos e inclusão de características regionais. Na Europa, segundo Kercheval, o consumidor está se mudando cada vez mais para áreas suburbanas e a indústria de shoppings encontra também oportunidades em países do lado oriental - Polônia e Alemanha. Na Ásia, a China oferece bons mercados, inclusive com "assistência financeira" para os comerciantes. E na África os investimentos são quase sempre domésticos, disse. "A África do Sul é o ponto principal".
Finalizando o painel, Carlos Ruótolo fez a avaliação de uma pesquisa da Abrasce sobre perfil do consumidor no Rio e em São Paulo relacionando com o que escreveu Paco Underhill no livro A Magia dos Shopping Centers. "Por trás das tendências dos empreendimentos,nós temos sempre as tendências de comportamento do consumidor", justificou ele.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Carlos Julio mostra as sutilezas da negociação

Foi de forma bastante descontraída, com direito à apresentação de um vídeo de dança, que o presidente da HSM do Brasil, Carlos Alberto Julio, fez a sua palestra no 8o Congresso Internacional de Shopping Centers, que termina hoje, em São Paulo. Ele deu dicas sobre negociação e falou da importância de estabelecer relações de longo prazo com os clientes - "atualmente, os produtos e serviços não dão lucro no primeiro momento, então é fundamental fidelizar clientes".
Carlos Julio apresentou uma pesquisa mostrando os motivos de perda de clientes: o principal (68%) é o mal atendimento; em segundo lugar, vem a insatisfação do cliente com a qualidade dos produtos ou serviços (14%). Depois, o preço (9%).
O executivo definiu dez "lições de ouro" para bons negociadores e três "de diamantes" - uma delas é que "quem domina a negociação é quem pergunta e não quem responde".

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Um perfeito mix de lojistas

"Com a competitividade crescente no segmento de shoppings, a escolha do mix de lojistas é cada vez mais determinante do sucesso de um empreendimento". A frase foi de Marcelo Carvalho, diretor da Ancar, que com sua experiência selecionou um perfeito mix de lojistas para encerrar o primeiro dia de palestras do 8o Congresso Internacional de Shopping Centers.
O primeiro a se apresentar foi Pedro Janot, representante no Brasil da Zara, rede espanhola de vestuário. Ele comentou sobre as "novas necessidades" de consumo, dizendo que o varejo de roupa hoje não compete só entre si, mas também com o varejo de telefonia celular, por exemplo. E definiu a Zara a um "salão de festas que funciona 363 dias por ano", onde os
vendedores são devidamente preparados para receber os convidados.
Em seguida, uma palestra onde o conceito "lifestyle" foi traduzido da forma mais simples e sincera. Ricardo Ferreira, surfista, campeão de caça-submarina, revelou como criou a marca Richard´s, nos anos 70, quando Ipanema era palco de uma grande revolução comportamental. "Era toda uma geração de intelectuais, surfistas, artistas, pescadores, poetas e todos faziam de tudo, de forma multidisciplinar". Pensando em"vender emoção e não somente qualidades objetivas", ele criou a rede de vestuário masculino, que, no ano passado, ganhou também lojas para o público feminino.
Depois, mais sinceridade e despojamento na apresentação de Eduardo Ourivio, da rede de restaurantes Spoleto - fast food de culinária italiana. Eduardo contou de todas as suas experiências no varejo de alimentação mencionando os diversos erros cometidos e as lições aprendidas, que acabaram por resultar no sucesso da marca Spoleto, hoje com 92 lojas em 16 estados - 88% delas em shopping centers.
"Estou apaixonada. Tenho vontade de levar eles todos para os Estados Unidos", comentou Susan Valentine, vice-presidente de marketing da Macerich nos Estados Unidos, com extremo entusiasmo, iniciando a sua apresentação. Ela se disse surpresa com tudo o que viu nos shoppings brasileiros. "Vou levar idéias maravilhosas daqui", disse antes de mostrar as idéias que trouxe dos Estados Unidos - Susan mostrou slides de varejistas de sucesso nos shoppings americanos e contou um pouquinho do diferencial de
cada um.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Novos caminhos para a indústria

O chairman do ICSC (International Council of Shopping Centers), o primeiro presidente da ABRASCE e presidente da Ancar, Sérgio Carvalho, e o presidente do grupo Savoy, Hugo Enésa Salmone Filho, reuniram-se, sob coordenação de Henrique Falzoni, do grupo Sonae-Enplanta, para debater sob a ótica de empreendedores com larga experiência no setor, qual o futuro do mercado de shopping centers no país.
Sérgio Carvalho, depois de rememorar os momentos heróicos da fundação da ABRASCE, quando o mercado de shopping centers era incipiente no país, disse que vê duaas vertentes principais para o crescimento hoje: a aquisição de participação em empreendimentos e a administração de shoppings. Neste particular, para ele, a força de um empreendedor com expertise no setor é muito importante, por exemplo, para implementar modificiações e reposicionamentos nos shoppings.
Sergio citou como exemplo a reposição que realizou no Shopping Nova América, que deixou de ser um out let, conceito que mostrou-se ineficaz no país, para o de shoping multiuso. Ele falou também do processo de reposicionamento do Rio Design Center e Rio Design Barra, que deixarão de ser shoppings especializados em decoração, para passar a receber operações de diversos tipos.
Salmone lembrou como foi a decisão empresarial de investir em locais, como Aricanduva, onde foi construído o Leste Aricanduva que, naquele momento, eram áreas sem adensamento populacional e sem qualquer estrutura. Ele lembrou que a ida do shopping para lá, acabou revitalizado a região. O mesmo aconteceu com o Interlagos. Ele lembrou que, quando instalou o shopping lá, a área era um grande lamaçal.
O chairman do ICSC, James Maurin, ressaltou a importância de se ter um bom relacionamento com os órgãos públicos como forma de convence-los de que os empreendimentos são bons para as cidades e para as regiões onde estão instalados. Lembrado por Falzoni da dificuldade dos shoppings brasileiros em conseguir abrir aos domingos, disse que nos EUA, o ICSC passou pela mesma situação. "O importante é convencer os políticos de que o seu eleitor gosta de fazer compras aos domingos. Hoje praticamente todas as cidades do país permitem a abertura aos domingos".

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

BNDES estima que emprestará mais para os shoppings em 2005

O gerente do departamento o de bens de consumo e de serviço do BNDES, Carlos Eduardo Castello Branco, disse acreditar que os repasses para shopping centers tendem a aumentar em 2005. Ela credita que em 2004 sejam menores do que no ano passado. Segundo ele, em 2004, até agora, o BNDES investiu R$ 42 milhões. Em 2003, os desembolsos foram de R$ 149 milhões. Ele participou do painel sobre financiamento no 8° Congresso Internacional de Shopping Centers. O presidente do grupo Multiplan, José Isaac Peres, coordenador do painel, disse que os valores são baixos, levando em conta que cada shopping custa em média R$ 100 milhões para ser construído. Castello Branco informou que não foram liberados mais recursos, por falta de projetos.
Quanto à linha BNDES automático, até R$ 10 milhões, recursos muito utilizados na sexpansões do shoppings, Castello Branco disse que a linha está fechada realmente, mas cabe ao setor apresentar argumentos no banco para que sejam reabertas.
.
:: Veja detalhes do debate entre José Isaac Peres e Paulo Malzoni com Castello Branco
:: Veja o relato de Paulo Malzoni sobre o Fundo Imobiliário do Pátio Higienópolis

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

O debate com o BNDES

José Isaac Peres: Os repasses do BNDES automático (até R$ 10 milhões) acabaram?
Castello Branco: Realmente, foram suspensas as linhas do BNDES autmoático até R$ 10 milhões. Eles são agora conduzidos diretamente pelos agentes financeiros, mas têm que ser aprovados, também pela diretoria do banco. Esse realmente é um complicador que existe no processo.

Peres: O que temos que fazer para trazer de volta a linha de repasse?
Castello Branco: O setor precisa se organizar, preparara seus documentos e encaminhar suas justificativas para dizer que faz todo o sentido ter esta linha. É assim que funciona no regime democrático.

Peres: Mas existe dinheiro para emprestar? Os projetos têm sido poucos?
Castello Branco: Tem crescido a quantidade de projetos. Os recursos têm sido compatíveis com as propostas. Não foi por qualquer tipo de determinação que a gente não financiou. Os projetos que foram para lá, foram analisados em muitos casos aprovados.

Peres: Pelos valores, isto não está fluindo como deveria. O setor é bem visto pelo banco?
Paulo Malzoni: O shopping center é bem visto no meio político? Porque no banco nós sabemos que não.
Castello Branco: A gente tem financiado os projetos. Os desembolsos serão superiores se houver mais projetos. Os projetos que vão para o banco hoje serão liberados em 2005 e 2006. Recurso não é problema.

Peres: Expansões não são atendidas nestes projetos?
Castello Branco: Nós financiamos tanto novos projetos quanto expansões. O que o BNDES não financia nem para shoppings nem para outros setores, é a compra de terreno. Isso é em qualquer situação.
Peres: Eu gostaria de dizer que o nosso setor é de risco muito baixo. Que um shopping pode ter seu valor triplicado ou quadruplicado em 30 anos. O shopping center não pode ser considerado um investimento em papel.

Peres: O setor de shopping centers trouxe algum prejuízo para o banco?
Castello Branco: Na média o BNDES tem empresatdo cerca de 35% através de seus recursos e 65% através de agentes financeiros. Portanto, este risco é avaliado principalmente pelo agente financeiro. Não tem tido muito problema de aprovação. A carteira não tem muitos problemas de inadimplência.

Peres: Há condições de se flexibilizar as garantias. O BNDES chega a exigir 60% de locação das lojas para aprovar os empréstimos e hoje cada vez mais o shopping fica locado só no final da construção?
Castello Branco: Quando o BNDES entrou, era um momento muito fsavorável para o setor de shopping centers. Mudou a situação dos shoppings e a posição do banco, que tem se mostrado mais flexível nos níveis de exigência. A gente vê o passado do cliente, quais as ocndições do seto. Isso vale para prazos, carência. Isso tudo era mais rígido. Hoje nãoé. Mas é claro que a gente não faz qualquer coisa.
Peres: A única fonte de recursos que temos para financiamento é o BNDES. Quem for para os bancos privados vai quebrar.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Malzoni: Fundo do Pátio Higienópolis tem ágio de 52%

Paulo Malzoni, empreendedor do Grupo Malzoni, relatou o "case" de sucesso do fundo imobiliário do Pátio Higienópolis, dizendo que hoje, três anos depois de seu lançamentoi, não há ninguém querendo vender. O ágio é de 52%, hoje. O título está sendo negociado no mercado Soma da Bolsa de Valores de São Paulo.
Malzoni acredita que o fundo imobiliário deu certo pela localização e pelo preço, que foi fundamental para garantir o retorno prometido de 15% ao ano. "Criamos um novo modelo de captação", afirma Malzoni. O que é importante, afirma ele, é as pessoas se lembrarem que esse é um dos últimos recursos de captção".
Para Malzoni, uma das grandes vantagens do fundo imobiliário é a proximidade do investidor com o produto. "Ele leva a família, os amigos para ver e diz: Isso aqui é meu. Sou sócio disso", afirmou.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Na caça ao palm top

Um momento de descontração do Congresso foi quando todos os participantes se agacharam e arrastaram cadeiras para procurar cinco vale-prêmios para palm tops, que estavam presos ao fundo de cinco dos mais de mil assentos do salão onde estão sendo realizadas as palestras. "Você pode estar sentado em cima de uma oportunidade", disse o diretor executivo Luiz Fernando Pinto Veiga.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Aricanduva é vencedor do Prêmio Newton Rique

Depois do painel sobre Responsabilidade Social, a Abrasce fez a entrega do Prêmio Comunitário Newton Rique. O vencedor foi o Centro Comercial Leste Aricanduva, com o projeto Mutirão de Cirurgia da Catarata". Durante um domingo - 23 de maio de 2002 - foram feitas gratuitamente, nas instalações do shopping, 380 cirurgias de catarata. No ano seguinte, 600 pacientes tiveram a oportunidade e neste ano 800 pessoas puderam fazer a cirurgia. O evento é realizado pelo shopping em parceria com hospitais e clínicas da
região.
Dois outros projetos conquistaram méritos na premiação. Um foi do Conjunto Nacional Brasília, que há dois anos tem parceria com Asociação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer, realizando um conjunto muito diversificado de atividades em benefício deste público.
O outro mérito foi para o Teresina Shopping pelo projeto "Sete anos com você". No aniversário do shopping, quase cem crianças nascidas na mesma data - 27 de abril de 1997 - festejaram juntas nas praças de alimentação e lazer do empreendimento. O shopping promoveu o evento com investimento de R$ 45 mil.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Ação social em larga escala

Criar um modelo de ação social que possa ser difundido e aplicado em larga escala. Essa foi a sugestão apresentada por Viviane Senna, presidente do Instituto Airton de Responsabilidade Social, no segundo painel do 8º Congresso Internacional de Shopping Centers. Ela diz que, como no Brasil a desigualdade social é um problema de larga escala, "não é muito eficiente
usar uma estratégia de varejo".
Sua opinião vale para o setor de shopping centers, que já desenvolve uma série de projetos sociais e tem, segundo Reinaldo Rique, coordenador do Instituto Newton Rique, um grande poder de transformação no quadro social do país. Reinaldo Rique foi o coordenador do painel, que contou ainda com apresentação do Diretor Executivo do Instituto Ethos de Responsabilidade Social, Paulo Itacarambi.
Paulo explicou a diferença entre fazer projeto social e ser socialmente responsável. "Para serem consideradas socialmente responsáveis, as empresas têm que gerir todas as suas ações de acordo com os princípios da responsabilidade social. Todas as decisões devem ser tomadas considerando o impacto social e ambiental que terão. Assim, a produção do lucro será acompanhada pela produção de benefícios sociais e ambientais".
O Instituto Ethos foi criado em 1998 com a função de sensibilizar empresas para a prática da responsabilidade social. Inicialmente 11 empresas participavam do Instituto. Hoje são 879.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Todas as condições para crescimento sustentado

A dúvida do moderador George Vidor no painel sobre crescimento econômico, quando afirmou que "a festa do crescimento já começou", mas a dúvida era se ia dar tempo de todo mundo entrar foi respondida de modo positivo pelos três debatedores, o deputado federal Delfim Netto, o ex-presidente do banco Central, Carlos Langoni, e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy. Para todos, estão das as condições mais favoráveis para o crescimento sustentado dos últimos anos.
Para Langoni, é a "oportunidade histórica de transformar crescimento em aglo sustentado". Para Delfim Netto, o momento é do governo despertar o "estado de espírito animal do empresariado" que começa a acreditar no crescimento. Appy vaticinou que "veremos vocês (empresários) muito mais preocupados com seu negócio e a concorrência do que a política macroeconômica".
Provocado pelas perguntas da platéia e pelas intervenções de Delfim e Langoni, Appy disse que gostaria de ser cobrado daqui a dois anos de que a carga tributária foi pelo menos mantida, ou até diminuída".
Delfim: Lula não voltará a ser petista
Langoni: Crescimento é irreversível
Appy: Melhores condições para crescimento

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Delfim: Lula não voltará a ser petista

O deputado Delfim Netto usou sua conhecida presença de espírito para afirmar que o presidente Lula tem mostrado que vai cumprir o prometido na Carta aos Brasileiros e manter as conquistas econômicas do Plano Real. "Há sempre a divergência. Será que Lula voltará a ser petista? Eu digo: Não há o menor risco", arrancando risos da platéia. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, que é petista, saiu em defesa do presidente.
"Lula nunca deixou de ser nem deixará de ser petista", afirmou, reconhecendo, no entanto, que o PT mudou e a consistência macro-econômica passou a ter parte do ideáreo do PT, mas sem deixar de ter preocupação social e de política industrial", afirmou. Delfim voltou ao assunto: "Eu sempre disse que iria levar tempo, mas o PT ia aprender. Eu estava certo".
No restante de sua participação. Delfim traçou um quadro otimista para a economia brasileiro, mesmo fazendo críticas à atuação recente do Banco Central.
Para ele, o Brasil não é mais o mesmo de três, quatro anos atrás. "Você tinha um governo que se supunha social-democrata e um que se supunha que seria socialista", mas o que se viu foi um rpoesso de transição civilizadissimo, graças a duas pessoas e uma instituição: o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o presidente Lula e o FMI, que abriu uma linha de crédito de US$ 30 bilhões para facilitar a transição".
Delgim fez criticas ainda aos economistas que se preocupam com a taxa de crescimento, fazendo estudos teóricos, quando na verdade é o instinto do empresário que aponta o caminho,. "O que produz o crescimento é um estado amigável com os esforços dos empresários. É um estado como o que vivemos que acende o espírito animal do empresário brasileiro", disse.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Langoni: "Crescimento é irreversível"

Carlos Langoni afirmou que o crescimento econômico é irreversível, capitaneado pela indústria. O país deve crescer 4,5%, enquanto a indústria vai cresce 6%, liderado pelos setores de bens de capitais e duráveis, o que garante que não pode ser uma bolha de crescimento.
Segundo Langoni, o primeiro aspecto é que há um cenário externo favorável. Todos os países estão crescendo, inclusive o Japão e os países emergentes e encontra, no país, um cenário macroecnômico consistente. Outro ponto fundamental para Langoni é o governo manter o rumo e não ceder a propostas heterodoxas e não flexibilizar a política fiscal.
O importante, para Langoni, é manter "a percepção" cedente do risco país.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Appy: Melhores condições das últimas décadas

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, afirmou que o país tem as melhores condições das últimas décadas para crescer. Citou como pontos para isso a política fiscal, que diminui a relação entre dívida pública e PIB; a inflação baixa e sob controle, com um Banco Central autônomo e as contas externas sólidas.
Segundo Appy, sobre o consumo, o pior já passou. Ele afirma que o custo da retração de renda que foi necessário para fazer o ajuste econômico já passou. "Este custo já foi pago", disse. A perspectiva é de um crescimento sustentado com turbulência muito menor daqui para a frente.
Sobre a carga tributária elevada, Appy disse que é uma herança do governo anterior, mas não deu qualquer perspectiva de que ela será diminuída a curto prazo. "O governo tem o compromisso de manter a carga tributária atual", afirmou. Ele disse que o governo tem uma estrutura de gastos rígida. Afirmou que, para o comércio, as modificações de legislação do PIS e Cofins foram favoráveis.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Homenagens ABRASCE

A ABRASCE homenageou personalidades que contribuiram com seu esforço para o sucesso da indústria de shopping centers nos últimos anos, com a entrega de um bonito prêmio e aparticipação de alguns dos diretores da ABRASCE.

Os homenageados:
  Jurídico Carlos Alberto da Silveira Lobo
  Economia Carlos Geraldo Langoni
  Indústria Romeu Chap Chap
  Política Municipal Vicente Cândido
  Política Federal Rubem Medina
  Lojista João Fonseca (Jogê)

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Jacques Wagner diz que levará pleito do Setor sobre o BNDES ao governo federal

O presidente da ABRASCE, Carlos Jereissati Filho, abriu o 8°Congresso Internacional de Shopping Centers, fazendo um balanço da força do setor para a economia brasileira, e ressaltando que a indústria é forte geradora de emprego (cerca de 500 mil) e de impostos (cerca de R$ 8 bilhões no ano passado), afirmando que, se houvesse uma maior facilidade para obtenção de crédito por parte do BNDES, este crescimento se daria em velocidade muito maior.
Carlos, citando a Radiografia do Setor, realizada pelo instituto A C Nielsen, por encomenda da ABRASCE, que prevê que haverá investimentos em expansão de R$ 3 bilhões nos próximos dois anos, lembrou que somente no estado de São Paulo, foram 50 mil novos postos de trabalho em menos de dois anos.
O ministro Jacques Wagner, secretário do Conselho Nacional de Desenvolvimento Social, disse, em seu discurso, representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que sua presença não era apenas de "cortesia" mas sim um reconhecimento por parte do governo federal do que "o setor representa para a economia brasileira". Ele disse esperar que o empresário de shopping center continue a investir o capital próprio, além de investimentos de terceiros como fundos de pensão e se comprometeu a levar ao governo federal o pelito do setor de desburocratizar os empréstimos do BNDES.
Ele afirmou ainda esperar que no Natal, os shoppings gerem pelo menos mais 80 mil e 90 mil empregos temporários no último trimestre para reforçar o movimento na época de Natal, afirmando que o segmento "é termômetro do crescimento".
O governador Geraldo Alckmin lembrou, em seu discurso, que o primeiro shopping brasileiro nasceu na cidade de São Paulo (Iguatemi São Paulo) e que é um setor altamente gerador de empregos e impostos.
Wagner, Alckmin, o senador Heráclito Fortes e o presidente do Anhembi, Celso Marcondes, que reprsentou a prefeita Marta Suplicy, receberam a Homenagem ABRASCE por suas participações no evento.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

A vida passa pelo shopping

Uma festa que empolgou os cerca de mil presentes abriu na noite de domingo o 8° Congresso Internacional de Shopping Centers. O hino nacional, interpretado pela cantora Fafá de Belém, foi aplaudisíssimo. A platéia acompanhou com interesse a exibição de um vídeo com a música tema do Congresso, a Vida Passa pelo Shopping, feita por Zé Rodrix.
Já no coquetel de abertura, enquanto os inscritos se credenciavam, o cenário moderno foi motivo de comentários. Também foi apresentada a nova logomarca da ABRASCE. Logo depois, foi inaugurada a 8ª Exposhopping, feira de negócios, que faz parte do evento.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Congresso vai reviver emoção do ouro com presença do líder Bernardinho

Quem participar do 8º Congresso Internacional de Shopping Centers, entre os dias 12 e 14 de setembro, no Hotel Transamérica, em São Paulo, terá a oportunidade única de reviver os momentos emocionantes da conquista da segunda medalha de ouro olímpica pela equipe de vôlei masculino do Brasil. O treinador e grande esteio da conquista, Bernardo Rocha Rezende, o Bernardinho, vai relembrar a preparação, os sacrifícios, a necessidade de valorizar as potencialidades de cada um e a importância de ter espírito de equipe para conseguir atingir uma meta com sucesso.
 
bernardinho

Trabalho em equipe, seriedade de propósitos, dificuldades para atingir objetivos serão, certamente, tema da palestra de Bernardinho, que vai procurar adaptar para o ambiente de negócios sua experiência como atleta e, principalmente, treinador. Benardinho acredita que a seleção medalha de ouro deixa dois legados importantes: "O único caminho é ser um time de verdade, não uma pessoa, mas um sustentando o outro" o outro, segundo afirma, é "o trabalho, a seriedade".

Na entrevista que deu, ainda sob o impacto da conquista da medalha olímpica, Bernardinho, 45 anos, deu uma série de pistas sobre como será sua palestra no 8º Congresso, falando de relações humanas, motivação de uma equipe e esforço para atingir resultados.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Carlos Lessa e Bernard Appy confirmam participação

Dois representantes do alto escalão do governo federal confirmaram presença no 8º Congresso Internacional de Shopping Centers. O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Carlos Lessa, e o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy.
Lessa estará presente na discussão sobre "Financiamento" que procurará buscar as alternativas e mostrar as dificuldades do sistema atual para alavancar o desenvolvimento do setor" em painel a ser coordenado por José Isaac Peres, do Grupo Multiplan. Neste mesmo painel, o empreendedor Paulo Malzoni falará sobre fundo imobiliário e o sucesso desta operação em seu shopping, o Pátio Higienópolis.
Appy participará do primeiro painel, no dia 13 de setembro, sobre as Perspectivas Econômicas para o Brasil. Ele dará a visão do governo em um painel que vai analisar o atual estágio da economia brasileira e os rumos para o futuro próximo. Appy terá como companheiros de debate o ex-ministro e deputado federal Delfim Netto e o economista e ex-presidente do Banco Central, Carlos Geraldo Langoni. O presidente da ABRASCE, Carlos Jereissati Filho coordenará o painel.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Delfim Netto lista cinco pontos para o Brasil crescer

O deputado federal Delfim Netto, participante do painel Perspectivas Econômicas, que abre o 8º Congresso Internacional de Shopping Centers listou, em artigo publicado na Folha de S. Paulo, cinco pontos fundamentais para o crescimento do país e detalha cada um deles, dando especial ênfase à exportação que, segundo ele, levará o Brasil à categoria de "investment grade" no cenário econômico internacional. Leia artigo de Delfim Netto sobre o tema.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Delfim Netto discutirá perspectivas econômicas do Brasil no Congresso de shopping centers

O deputado federal, ex-ministro da Fazenda (1967-1974), Agricultura (1979) e Planejamento (1979-1985) e economista de renome, Antônio Delfim Netto confirmou sua participação no 8º Congresso Internacional de Shopping Centers, a ser realizado entre 12 e 14 de setembro, no Hotel Transamérica, em São Paulo.
Delfim vai participar do primeiro painel do primeiro dia de trabalhos, "Perspectivas econômicas para o Brasil", que tem por meta analisar a atual conjuntura da economia do país e os caminhos que nos esperam em um futuro de médio prazo. Também participará deste painel o ex-presidente do Banco Central, Carlos Geraldo Langoni.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Viviane Senna participará do Painel de Responsabilidade Social

Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, confirmou sua participação no 8º Congresso Internacional de Shopping Centers, a ser realizado entre 12 e 14 de setembro, no Hotel Transamérica, em São Paulo, Viviane vai ser palestrante do painel sobre Responsabilidade Social e, além disso, vai participar da entrega do Prêmio Comunitário Newton Rique, do qual participam 22 concorrentes. Mais de 86 mil pessoas foram atingidas pelos programas sociais dos concorrentes a este prêmio. Também confiraram presença nesse painel Paulo Itacarambi, Diretor-executivo do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e o vice-presidente da ABRASCE, Reinaldo Rique.

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Bernardinho confirmado como palestrante

O técnico da seleção brasileira de vôlei e medalhista olímpico Bernardinho já está confirmado como um dos palestrantes do 8º Congresso Internacional de Shopping Centers. Ele será o palestrante falará sobre motivação, contando como atingiu o sucesso em uma carreira altamente competitiva. Também está confirmado David Levenberg, vice-presidente de Segurança da General Growth Properties, uma das maiores proprietárias de shopping centers nos EUA.
O 8º Congresso trará diversas inovações não só no conteúdo como na forma. Para o presidente da ABRASCE, Carlos Jereissati Filho, o Congresso "a profundidade dos temas debatidos, a excelência dos palestrantes, a presença dos principais players do setor na 8ª Exposhopping e o ambiente festivo farão com que este Congresso seja um evento único".

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

8ª Exposhopping tem poucos espaços vagos

A comercialização dos espaços para a 8ª Exposhopping, feira de exposição e negócios que é parte do 8º Congresso Internacional de Shopping Centers está indo de vento em popa. Quase todos os stands já estão locados. Quem quiser participar ao lado dos grandes nomes da indústria _ empreendedores, administradores, fornecedores de produtos e serviços _ terá que se apressar para conseguir o seu lugar.
Veja como garantir seu espaço

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Prêmios ABRASCE recebem recorde de inscrições

Cinqüenta e sete projetos de gestão e de responsabilidade social realizados pelos shoppings centers brasileiros se inscreveram nos Prêmios ABRASCE. Os ganhadores, escolhidos por uma comissão de especialistas do setor, serão agraciados durante o 8º Congresso Internacional de Shopping Centers, entre os dias 12 e 14 de setembro, no Hotel Transamérica, em São Paulo.
O Prêmio Comunitário Newton Rique, que premia projetos sociais, teve 22 inscrições e o Prêmio Excelência de Gestão tem 35 candidatos divididos em duas categorias de acordo com o porte do empreendimento.
Veja os inscritos no Prêmio Newton Rique
Veja os inscritos no Prêmio Excelência de Gestão

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Organização na reta final

A cada dia que passa o 8º Congresso Internacional de Shopping Centers vai ganhando forma. Será um evento único, e não só de conteúdo. O Congresso, o mais importante da América Latina, terá também uma apresentação inovadora. Não perca esta chance de participar. As inscrições estão abertas!! Você pode se hospedar em condições especiais no Hotel Transamérica. Maiores informações pelos telefones 0800 126060 ramais 4071 e 4917 ou 0xx115693-4071.


 










Copyright © 2008 ABRASCE - Projeto e Manutenção: UK Design